sábado, 23 de janeiro de 2010
Primeiro dia de aulas requer atenção especial com os alunos:
No início do ano letivo, a turma chega à escola cheia de energia, novidades e saudades, mas ainda em ritmo de férias e com as atitudes "afrouxadas", pois tiveram menos cobranças, horários e compromissos nesse período. Cabe ao professor, então, reestabelecer as regras de atitudes e procedimentos para o bom convívio escolar e o trabalho pedagógico.Quando o ingresso no ensino fundamental coincide com mudança de escola, a criança merece mais cuidados e atenção. Precisa conhecer o novo ambiente, as normas, além de se enturmar com os novos amigos. Vale o mesmo para a criança que muda de período (turno) e precisa se adaptar biologicamente a um outro ritmo.De qualquer forma, toda a escola merece um olhar especial no início de um ano letivo. Conversar com os alunos sobre as expectativas em relação ao novo ambiente e novo período escolar é fundamental para o desenrolar de um processo saudável e seguro para todos. Os alunos, conhecedores das regras do jogo, poderão mais objetiva e tranquilamente dirigir seus esforços à aprendizagem.
Calma é imprescindível:
Dar conta de lições de casa será novo desafio para a criança. Para a maioria, as tarefas, especialmente as primeiras, têm sabor especial. Elas se sentem gente grande, com responsabilidades, e o que mais querem é demonstrar serviço.O professor não pode estragar essa história. Tem de ter consciência que o objetivo da lição de casa é despertar na criança o prazer pelos estudos, ajudá-la a fixar um conteúdo e habituar o aluno a assumir responsabilidades.Se as tarefas são difíceis ou extensas demais, há risco de a criança associar o estudo com algo chato e negativo e criar o hábito de pedir socorro em casa. Nesse quesito, cabe ao professor fazer um alerta aos pais: ajudar o filho na lição significa levá-lo a descobrir suas próprias respostas e não bancar o aluno, se apossando da tarefa.
No início do ano letivo, a turma chega à escola cheia de energia, novidades e saudades, mas ainda em ritmo de férias e com as atitudes "afrouxadas", pois tiveram menos cobranças, horários e compromissos nesse período. Cabe ao professor, então, reestabelecer as regras de atitudes e procedimentos para o bom convívio escolar e o trabalho pedagógico.Quando o ingresso no ensino fundamental coincide com mudança de escola, a criança merece mais cuidados e atenção. Precisa conhecer o novo ambiente, as normas, além de se enturmar com os novos amigos. Vale o mesmo para a criança que muda de período (turno) e precisa se adaptar biologicamente a um outro ritmo.De qualquer forma, toda a escola merece um olhar especial no início de um ano letivo. Conversar com os alunos sobre as expectativas em relação ao novo ambiente e novo período escolar é fundamental para o desenrolar de um processo saudável e seguro para todos. Os alunos, conhecedores das regras do jogo, poderão mais objetiva e tranquilamente dirigir seus esforços à aprendizagem.
Calma é imprescindível:
Dar conta de lições de casa será novo desafio para a criança. Para a maioria, as tarefas, especialmente as primeiras, têm sabor especial. Elas se sentem gente grande, com responsabilidades, e o que mais querem é demonstrar serviço.O professor não pode estragar essa história. Tem de ter consciência que o objetivo da lição de casa é despertar na criança o prazer pelos estudos, ajudá-la a fixar um conteúdo e habituar o aluno a assumir responsabilidades.Se as tarefas são difíceis ou extensas demais, há risco de a criança associar o estudo com algo chato e negativo e criar o hábito de pedir socorro em casa. Nesse quesito, cabe ao professor fazer um alerta aos pais: ajudar o filho na lição significa levá-lo a descobrir suas próprias respostas e não bancar o aluno, se apossando da tarefa.
Grande missão:
No ensino fundamental, talvez o professor sinta com mais evidência a importância de seu papel de contribuir para o crescimento de um aluno.Constatar no rosto de uma criança o entusiasmo de ler e escrever, por exemplo, já é uma ótima recompensa para eventuais dificuldades e decepções que também fazem parte da vida profissional. Mas outras virão se o educador não perder de vista alguns dos objetivos principais de um professor nota 10:
No ensino fundamental, talvez o professor sinta com mais evidência a importância de seu papel de contribuir para o crescimento de um aluno.Constatar no rosto de uma criança o entusiasmo de ler e escrever, por exemplo, já é uma ótima recompensa para eventuais dificuldades e decepções que também fazem parte da vida profissional. Mas outras virão se o educador não perder de vista alguns dos objetivos principais de um professor nota 10:
- ensinar a pensar.
- apresentar o mundo com suas diferenças sociais e culturais.
- apostar e lutar pelo sucesso do aluno.
- ser paciente, generoso e competente no papel de líder que propicia, na escola, a troca de conhecimentos.
- ser um articulador de valores que unem o saber e o fazer.
O artigo está no blog:http://tatiana-alfabetizacao.blogspot.com/
sexta-feira, 8 de janeiro de 2010

Receita de Ano Novo
(Carlos Drummond de Andrade)
Para você ganhar belíssimo Ano Novo cor de arco-íris, ou da cor da sua paz, Ano Novo sem comparação com todo o tempo já vivido (mal vivido talvez ou sem sentido) para você ganhar um ano não apenas pintado de novo, remendado às carreiras, mas novo nas sementinhas do vir-a-ver, novo até no coração das coisas menos percebidas (a começar pelo seu interior) novo, espontâneo, que de tão perfeito não se nota, mas com ele se come, se passeia, se ama, se compreende, se trabalha, você não precisa beber champanha ou qualquer outra birita, não precisa expedir nem receber mensagens (planta recebe mensagens? passa telegramas?). Não precisa fazer lista de boas intenções para arquivá-las na gaveta. Não precisa chorar de arrependido pelas besteiras consumadas nem parvamente acreditar que por decreto da esperança a partir de janeiro as coisas mudem e seja tudo claridade, recompensa, justiça entre os homens e as nações, liberdade com cheiro e gosto de pão matinal, direitos respeitados, começando pelo direito augusto de viver. Para ganhar um ano-novo que mereça este nome, você, meu caro, tem de merecê-lo, tem de fazê-lo de novo, eu sei que não é fácil, mas tente, experimente, consciente. É dentro de você que o Ano Novo cochila e espera desde sempre.
FELIZ ANO NOVO!!!
(Carlos Drummond de Andrade)
Para você ganhar belíssimo Ano Novo cor de arco-íris, ou da cor da sua paz, Ano Novo sem comparação com todo o tempo já vivido (mal vivido talvez ou sem sentido) para você ganhar um ano não apenas pintado de novo, remendado às carreiras, mas novo nas sementinhas do vir-a-ver, novo até no coração das coisas menos percebidas (a começar pelo seu interior) novo, espontâneo, que de tão perfeito não se nota, mas com ele se come, se passeia, se ama, se compreende, se trabalha, você não precisa beber champanha ou qualquer outra birita, não precisa expedir nem receber mensagens (planta recebe mensagens? passa telegramas?). Não precisa fazer lista de boas intenções para arquivá-las na gaveta. Não precisa chorar de arrependido pelas besteiras consumadas nem parvamente acreditar que por decreto da esperança a partir de janeiro as coisas mudem e seja tudo claridade, recompensa, justiça entre os homens e as nações, liberdade com cheiro e gosto de pão matinal, direitos respeitados, começando pelo direito augusto de viver. Para ganhar um ano-novo que mereça este nome, você, meu caro, tem de merecê-lo, tem de fazê-lo de novo, eu sei que não é fácil, mas tente, experimente, consciente. É dentro de você que o Ano Novo cochila e espera desde sempre.
FELIZ ANO NOVO!!!

Como identificar o bom professor
O bom professor é didático - Todo aluno é capaz de aprender. E todo professor deve ser capaz de ensiná-lo. "De nada adianta um profissional cursar a melhor faculdade, mas não ter didática, paciência e sensibilidade para respeitar o tempo e as diferenças de cada aluno", diz a secretária do MEC, Maria do Pilar Lacerda. O professor deve se valer de técnicas que viabilizem a aprendizagem das crianças."Os alunos têm tempos diferentes de absorção de conteúdo, cabe ao professor perceber as dificuldades e a individualidade dos estudantes e assim desenvolver métodos de acessar cada um", explica Catarina Greco, orientadora educacional do Coluni. Isso, junto ao respeito e a atenção direcionada que o professor pode tranqüilizar os alunos que têm mais dificuldade de aprendizado e fazer com que o desempenho deles melhore a longo prazo.Produzir materiais individuais, incentivar que os alunos se ajudem entre si e oferecer exercícios de reforço são alguns dos recursos que o professor pode utilizar para que nenhum aluno fique para trás e assim igualar o nível da turma. O bom professor motiva e inspira seus alunos - "A maior bandeira que um professor de qualidade levanta é a relação que tem com seus alunos", diz a secretária do MEC Maria do Pilar Lacerda. Uma relação positiva entre o docente e o estudante faz toda a diferença no aprendizado. Sentir-se confortável e seguro diante do professor é estimulante para qualquer um.Receptividade, paciência, sensibilidade, atenção e respeito são essenciais. "A forma de conduzir os alunos, acompanhá-los, de respeitar as diferenças, ter um bom relacionamento com pais e interesse pelos estudantes favorecem a aprendizagem, assim como a empatia e a disponibilidade, desde que isso não comprometa a autoridade do professor, o que também é importante", explica Catarina Greco, orientadora educacional do Coluni. O bom professor estimula a curiosidade - A curiosidade impulsiona o conhecimento, já que instigados por um determinado assunto, os alunos passam a se interessar mais, buscar novas informações e tirar dúvidas, o que promove o debate e beneficia a aprendizagem. Os alunos devem se sentir bem e à vontade na escola para expressar a curiosidade. A maneira com a qual o professor lida com dificuldade dos alunos é de fato determinante para a aprendizagem, uma vez que inibidos para tirar as dúvidas, as questões não solucionadas se acumulam e consequentemente atrasam e comprometem o desempenho."Bons professores brotam de alunos que indagam, que questionam, o que sem dúvida são ótimos caminhos para a aprendizagem. O professor que não responde e se incomoda com estudantes que perguntam demais não passa de um burocrata, ele dá a matéria e pronto, o que de maneira alguma é o ideal", opina Maria do Pilar Lacerda. Leia na íntegra: http://educarparacrescer.abril.com.br/aprendizagem/professor-qualidade-504747.shtml
O bom professor é didático - Todo aluno é capaz de aprender. E todo professor deve ser capaz de ensiná-lo. "De nada adianta um profissional cursar a melhor faculdade, mas não ter didática, paciência e sensibilidade para respeitar o tempo e as diferenças de cada aluno", diz a secretária do MEC, Maria do Pilar Lacerda. O professor deve se valer de técnicas que viabilizem a aprendizagem das crianças."Os alunos têm tempos diferentes de absorção de conteúdo, cabe ao professor perceber as dificuldades e a individualidade dos estudantes e assim desenvolver métodos de acessar cada um", explica Catarina Greco, orientadora educacional do Coluni. Isso, junto ao respeito e a atenção direcionada que o professor pode tranqüilizar os alunos que têm mais dificuldade de aprendizado e fazer com que o desempenho deles melhore a longo prazo.Produzir materiais individuais, incentivar que os alunos se ajudem entre si e oferecer exercícios de reforço são alguns dos recursos que o professor pode utilizar para que nenhum aluno fique para trás e assim igualar o nível da turma. O bom professor motiva e inspira seus alunos - "A maior bandeira que um professor de qualidade levanta é a relação que tem com seus alunos", diz a secretária do MEC Maria do Pilar Lacerda. Uma relação positiva entre o docente e o estudante faz toda a diferença no aprendizado. Sentir-se confortável e seguro diante do professor é estimulante para qualquer um.Receptividade, paciência, sensibilidade, atenção e respeito são essenciais. "A forma de conduzir os alunos, acompanhá-los, de respeitar as diferenças, ter um bom relacionamento com pais e interesse pelos estudantes favorecem a aprendizagem, assim como a empatia e a disponibilidade, desde que isso não comprometa a autoridade do professor, o que também é importante", explica Catarina Greco, orientadora educacional do Coluni. O bom professor estimula a curiosidade - A curiosidade impulsiona o conhecimento, já que instigados por um determinado assunto, os alunos passam a se interessar mais, buscar novas informações e tirar dúvidas, o que promove o debate e beneficia a aprendizagem. Os alunos devem se sentir bem e à vontade na escola para expressar a curiosidade. A maneira com a qual o professor lida com dificuldade dos alunos é de fato determinante para a aprendizagem, uma vez que inibidos para tirar as dúvidas, as questões não solucionadas se acumulam e consequentemente atrasam e comprometem o desempenho."Bons professores brotam de alunos que indagam, que questionam, o que sem dúvida são ótimos caminhos para a aprendizagem. O professor que não responde e se incomoda com estudantes que perguntam demais não passa de um burocrata, ele dá a matéria e pronto, o que de maneira alguma é o ideal", opina Maria do Pilar Lacerda. Leia na íntegra: http://educarparacrescer.abril.com.br/aprendizagem/professor-qualidade-504747.shtml
Leitura: Um objeto de Aprendizagem
Para a leitura se tornar um objeto de aprendizagem efetivo é necessário que tenha sentido para o aluno e que, nela, ele possa reconhecer diferentes propósitos sociais: ler para informar-se, ler para escrever, ler para resolver problemas práticos, ler pelo prazer de descobrir outros mundos, ficcionais ou não. Sabe-se que, para cada uma dessas modalidades, determinados processos de leitura são acionados. Num texto informativo, o leitor seleciona aquilo que deseja saber; numa leitura por prazer, poderá centrar-se nos fatos mais do que nas descrições, suprimir trechos ou reler aqueles que considere especiais, apropriando-se do texto segundo a sua vontade e ritmo pessoal.
Portanto, ler é mais do que decodificar mecanicamente o sistema de signos. No ato de ler, o leitor atribui significados ao texto para poder compreendê-lo, e o faz, via de regra, a partir de experiências anteriores. Essas experiências podem ser adquiridas em diversas situações, inclusive em leituras anteriores. Daí a importância de criar oportunidades para que as crianças tomem contato com variadas linguagens, tanto verbais quanto não-verbais.
Texto de: Regina Carvalho e Vera Regina Anson
"A grande aventura" - Alfabetização
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